segunda-feira, 29 de novembro de 2010

BÚSQUEDA DE LA POESÍA

 CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

Penetra sordamente en el reino de las palabras.
Allí están los poemas que esperan ser escritos... 
Acércate y contempla las palabras.
Cada una
tiene mil rostros secretos sobre el rostro neutro
y te pregunta, sin interés por la respuesta,
pobre o terrible, que le dieres:
¿Trajiste la llave?


 
Extraído de CUATRO SIGLOS DE POESÍA BRASILEÑA. Introducción, traducción y notas de Jaime Tello. Caracas: Centro Abreu e Lima de Estudios Brasileños; Instituto de Altos Estudios de América Latina, Universidad Simón Bolívar, 1983. 254 p.

domingo, 28 de novembro de 2010

Rio de Janeiro ou qualquer parte do mundo...

 Todo adulto um dia foi criança.
Cabe aos adultos conduzir as crianças.
Toda a vida é preciosa!
 As coisas podem se tornar banais, mesmo que um dia tenham sido vistas com espanto.

As crianças, um dia, se tornarão adultas...

 "O poder não pode ser armazenado e mantido em reserva para casos de emergência, como os instrumentos de violência; só existe em sua efetivação. Se não é efetivado, perde-se; e a história está cheia de exemplos de que nem a maior das riquezas pode sanar essa perda. O poder só é efetivado enquanto a palavra e o ato não se divorciam, quando as palavras não são vazias e os atos não são brutais, quando as palavras não são empregadas para velar intenções mas para revelar realidades, e os atos não são usados para violar e destruir, mas para criar relações e novas realidades."
A Condição Humana  - Hannah Arendt

Obs.: As fotos foram extraídas do site http://www.terra.com.br/portal/


quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Da Suavidade e Da Melancolia

 Foi um prazer te ver, dona Flor!
 Você é linda!
 Tão suave e tão provocante...
 Através da vidraça, outro mundo...
 Ou será o mesmo mundo?
 Chove aqui dentro?
 Estou protegida?
As coisas estão passando lá fora... ou aqui dentro de mim?

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

The child in us - Enigma


Me encanta esto:
"UN DÍA LLEGASTE
Y SUPE QUE ERAS EL ÚNICO
ERAS LA LLUVIA, ERAS EL SOL
PERO NECESITABA AMBOS, PORQUE TE NECESITABA
ERAS EL ÚNICO
EN QUIÉN HABÍA SOÑADO TODA MI VIDA
EN LA OSCURIDAD ERES MI LUZ
PERO NO OLVIDO
QUIÉN ES SIEMPRE NUESTRO GUÍA
ES EL NIÑO QUE LLEVAMOS DENTRO"

sábado, 20 de novembro de 2010

Telma Scherer, a poeta triste e a Feira que não tinha emoção



Tudo certinho na famosa Feira, eu passei por lá. Bem que eu senti algo que me incomodou, mas não dei muita importância.
Agora eu sei. Faltava a emoção, o choro ou o riso extremo. Tudo bem, não tão extremo. Quero dizer, fosse como fosse mas que fosse emoção.
A Feira é apenas uma feira de livros, uma das maiores que existem por aí, dizem. Um espaço para as idéias velhas, novas, comuns ou não, etc etc. Um espaço onde cruzam centenas e centanas desde crianças até...senhores feudais e outras democracias, deus meu! Então é isso, faltava aquilo que não tem e quando teve foi reprimido: alguém simplesmente se manifestando.
Ah, nem venham me dizer que ela isso ou aquilo, que o protesto era válido ou não era. Não interessa!! A Feira estava quietinha, todo mundo comprando letrinhas e a Telminha dizendo que estava triste, que só estava muito triste...
E os policiais a levaram porque ela estava promovendo desordem, pode?
Se bem minha memória funciona, isso lembra alguma coisa. Um déjà vú? Será?
Ah, emoção, criatividade, ser ridículo, dar vexame, pode ser encantador, não é verdade?

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Como?

Sou várias e todas sou eu e me apavoro, tenho medo...
Já não sei o que fazer de mim, de todas que me habitam...
Como alimentar a mendiga e apaziguar a bandida?
Como confortar a menina e conviver com a loba?
Todas anjas! Todas diabas!
Onde estará a senhora filha de minha mãe?
Onde se enfiou a única que sabia o que fazer?
De certo, enlouqueceu!!

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Nós

A tarde chegando...


paixões...


músicas ao vento...


protestos...


algo de nós que se vai...


os cantores...


o rio que nunca é o mesmo rio voltando...


Alguém gostou muito!!

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Quando o arquiteto planejou o horizonte

Quando o arquiteto planejou o horizonte
seu coração ardia igual saudades...