sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Uma mulher presa em seu corpo limitado

fecha os olhos

e o céu noturno

estrelado a incendeia...

não é feia nem bela, não é a forma perfeita

nem malfeita

é feita de sons

e sentimentos

que não se podem explicar...

Está aqui, mas tão presente lá

onde a lua se derrama sobre terras e oceanos...

desliza sobre céus e céus,

compreende todos os idiomas

na linguagem que pulsa em seu coração

feito vulcão que não se extingue...

Seu riso não tem som,

desnecessário mover-se, suas asas se abrem

quando ela fecha os olhos...

pode voar... pode voar...


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Quando o arquiteto planejou o horizonte

Quando o arquiteto planejou o horizonte
seu coração ardia igual saudades...