domingo, 27 de fevereiro de 2011

E nós, mulheres do "outro lado do mundo", a quem servimos?



Lá ou aqui, não importa a raça ou a religião o grande, imenso equívoco permanece.
Vivemos uma vida inventada. Inventaram uma vida para o homem, outra para a mulher. Inventaram um Senhor dos Mundos para justificar o que não pode ser justificado. Inventaram  pecados que não existem, se percebermos que o pecado só é possível quando não vivemos a própria vida ou não permitimos ao outro viver a sua própria vida. Inventaram uma Vida Aparente para o homem, outra para a mulher. A Vida Aparente submete a alma do ser humano ao desconhecimento de si, submete a razão do ser humano ao desconhecimento do outro. A Vida Aparente desconecta o ser humano dos elementos que o formaram, se percebermos que somos água, terra, fogo e ar. A Vida Aparente foi inventada há milhares de anos e continua sendo reinventanda. Em relação ao que é denunciado no video, lá o invento permanece quase inalterado há seculos, mas aqui a Vida Aparente, tornou-se ainda mais sutil.
Nós, mulheres do outro lado do mundo, independentes nos submetemos à cirurgias arriscadas em busca do  ideal de beleza - que alguém inventou. Livres buscamos os "próprios" ideais - encontrados em pacotes de todos os preços - na mídia e na sociedade de consumo. Por certo somos livres..., mas sendo livres, qual seria a nossa prisão? 

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