domingo, 26 de dezembro de 2010

O céu se derramou em luz.

Depois da meia noite, veio a chuva. Veio a irresistível chuva, com seus trovões e relâmpagos. E eu, obedeci ao comando da força que se derramava lá fora. Não pude evitar. Precisava me encontrar com o que descia do céu. Eufórica corri para a rua. Vento e chuva em plena noite de Natal. Nada mais se ouvia a não ser o barulho da chuva... nem carros, nem pessoas, nem foguetes... Meu coração disparava. Era o céu me tocando....
O Portal estava aberto...
Gotas de chuva brilhando..  
Palavras nunca dizem tudo...

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Quando o arquiteto planejou o horizonte

Quando o arquiteto planejou o horizonte
seu coração ardia igual saudades...