sábado, 3 de agosto de 2013
Evo explica a verdadeira dívida externa | Diálogos do Sul
Evo explica a verdadeira dívida externa | Diálogos do Sul
Não! Esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata devem ser considerados como o primeiro de muitos outros empréstimos amigáveis da América, destinado ao desenvolvimento da Europa. O contrário seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito não só de exigir a devolução imediata, mas também a indenização pelas destruições e prejuízos
Não! Esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata devem ser considerados como o primeiro de muitos outros empréstimos amigáveis da América, destinado ao desenvolvimento da Europa. O contrário seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito não só de exigir a devolução imediata, mas também a indenização pelas destruições e prejuízos
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Nota em Relação às Condições de Trabalho e Valorização dos Policiais
Nota em Relação às Condições de Trabalho e Valorização dos Policiais
Faz-se necessário valorizar os policiais, tais quais os demais servidores públicos, com direitos e deveres, salários adequados e condições de trabalhos dignas, seja em relação aos equipamentos, à estrutura, seja em relação à carga horária, como previsto pela Organização Internacional do Trabalho-OIT. Por isso, tem-se como referência, inclusive, a PEC 300. Outra medida importante é a desmilitarização da polícia, como já recomendou a Organização da Nações Unidas- ONU. Desconectada da nossa realidade social, a militarização serve apenas como instrumento de contenção das camadas exploradas e segregadas. Outra face odiosa da militarização, dá-se internamente, por causa da hierarquia militar, decorrendo em assédio moral advindo desta cultura, que prejudica, assim, carreiras, causando transtornos aos profissionais e as suas famílias. Neste sentido há de se fortalecer direitos fundamentais basilares como de petição, de reunião, de associação e de livre expressão do pensamento.
Faz-se necessário valorizar os policiais, tais quais os demais servidores públicos, com direitos e deveres, salários adequados e condições de trabalhos dignas, seja em relação aos equipamentos, à estrutura, seja em relação à carga horária, como previsto pela Organização Internacional do Trabalho-OIT. Por isso, tem-se como referência, inclusive, a PEC 300. Outra medida importante é a desmilitarização da polícia, como já recomendou a Organização da Nações Unidas- ONU. Desconectada da nossa realidade social, a militarização serve apenas como instrumento de contenção das camadas exploradas e segregadas. Outra face odiosa da militarização, dá-se internamente, por causa da hierarquia militar, decorrendo em assédio moral advindo desta cultura, que prejudica, assim, carreiras, causando transtornos aos profissionais e as suas famílias. Neste sentido há de se fortalecer direitos fundamentais basilares como de petição, de reunião, de associação e de livre expressão do pensamento.
Nota do MST-RJ sobre atrocidade e desrespeito à humanidade no Açu
Nota do MST-RJ sobre atrocidade e desrespeito à humanidade no Açu
O que mais causa indignação é a naturalização dessas violações dos direitos mais fundamentais desses trabalhadores, por alguns segmentos da sociedade. É no mínimo indignante. Só nestas últimas semanas, temos conhecimento de três mortes relacionadas a processos depressivos de camponeses que foram expulsos de suas roças.
O que mais causa indignação é a naturalização dessas violações dos direitos mais fundamentais desses trabalhadores, por alguns segmentos da sociedade. É no mínimo indignante. Só nestas últimas semanas, temos conhecimento de três mortes relacionadas a processos depressivos de camponeses que foram expulsos de suas roças.
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
La multidud brasileña no tiene nombre - texto de El Diario
¿Por qué la multitud brasileña no tiene nombre? ¿La profecía del colectivo italiano Wu Ming (que significa sin nombre en chino) y su libro Esta revolución no tiene rostro se está cumpliendo, por fin? Tiago Pimentel, analizando visualizaciones en la sede de Interagentes de São Paulo, tira de sociología, de antropología. De historia. Surge en la charla la cabanagem, una revolución popular que retiró a las élites del poder en la Amazonia, entre 1835 y 1840. Y el carnaval, su flujo de multitudes, sus máscaras temporales. Tiago cita Raízes de Brasil, un libro de 1937 del historiador Sergio Buarque de Holanda, en el que se relata la desconexión histórica de las regiones de Brasil. "Portugal prohibía enviar cartas de Río a Bahía, por ejemplo. Iban a Lisboa y regresaban", afirma Tiago. La centralidad de Lisboa fue sustituida por otras. Por Rio de Janeiro. Por Brasilia. Por la Rede Globo. Por Facebook. El sociólogo Sérgio Amadeu, fundador de Interagentes, explica la paradoja: "los estudios prueban que las revueltas son extremadamente distribuidas, descentralizadas, tanto que no hay apenas hubs que conecten las regiones". La fuerza de los medios y Facebook explican la falta de conexión nacional de los inicios. También, el poco entendido reinado de grupos de Anonymous en la convocación redes-calles.
Y el humor. En medio de la dispersión, del no logo de las revueltas brasileñas, empiezan a surgir perfiles fake y remezclas emotivas. Vándalo, usado como insulto por los medios en los primeros de los protestos, ya es una bandera común. Aparece en los apellidos y nombres de personas de las redes sociales. Y tal como ocurrió en Turquía, donde chapull (vándalos) derivó en la Chapul.Tv, en Brasil ya existe el humorístico Vândalo News. El vinagre - usado contra el gas lacrimógeno y prohibido durante unos días por la policía de São Paulo - es habitual, en cuentas comoAlémDoVinagre (más allá del vinagre), en perfiles personales (Vándala del Vinagre) o en el libro colectivo Vinagre, uma antologia de poetas neobarracos. "En Brasil, hasta Anonymous fue carnavalizado, ganando contornos escépticos, socarrones, algo absurdamente potente en sentido político: de convocación de la población para ir a las calles, de resignificación de imágenes de los grandes medios", asegura Fábio Mallini, investigador del Laboratório de Estudios sobre Imagen y Cibercultura. Tropicalismo caníbal en estado puro.
Museu Antropológico do Rio Grande do Sul: ETNOLOGIA INDÍGENA - PARTE I
Museu Antropológico do Rio Grande do Sul: ETNOLOGIA INDÍGENA - PARTE I: Em sua significação original, a ciência etnológica - a Etnologia - designava-se ao estudo dos povos e sociedades originárias não ocidentais...
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